terça-feira, 1 de março de 2016

Sobre a reportagem de Minecraft na Veja

     A revista Veja, em sua edição de 17 de fevereiro de 2016, fez uma reportagem sobre o jogo Minecraft, falando um pouco sobre o jogo, seu criador e alguns outros assuntos a serem tratados aqui.
     O começo de reportagem foi baseada em um jogo de tabuleiro com brincadeiras do tipo pule uma página no lugar de pule uma casa. Não acho que tenha sido a melhor das metáforas, já que o único game que eu lembro com essa mecânica é o Mario Party, sem contar a ideia relacionada com a nostalgia remetendo à infância. Isso somado a comentários do tipo "se você não conhece pergunte ao seu filho ou neto", leva a ideia de videogame ser algo mais para crianças, algo que discordamos. Sejamos justos lembrando a pesquisa mostrada na própria reportagem e que mostra que a maioria do público do jogo é infantil, sendo só 7% acima de 21 anos. Apesar disto a maioria dos gamers conhece ou pelo menos já ouviu falar de Minecraft, o que nos levou a questionar a frase de "perguntar às crianças".
     Outra informação que chamou a atenção foi que somente 1% das pessoas jogam Minecraft para atrapalhar os outros, o que é ótimo, pois é insuportável lidar com esse tipo de pessoas, ainda mais em um jogo que estimula a criatividade e a construção.
     Falando nisso, a reportagem focou bastante nas possibilidades do jogo como forma de influenciar a criatividade, como ferramenta de estudo e um meio de ligar os pais aos filhos fornecendo um hobby em comum. Acrescentamos que, como ele, a maioria dos jogos tem fornecido essa possibilidade, claro que levando em conta a indicação etária. A possibilidade de aprender com os games é impressionante é vale para todos os gêneros e, praticamente, todos os jogos, do mesmo jeito que o desenvolvimento da criatividade e imaginação. Já o hobby compartilhado vale não só para a relação pais e filhos, mas entre amigos, casais e mais.
     Uma outra questão trabalhada é sobre o vício e a importância de impor certos limites na hora de jogar videogame. Esse assunto é muito importante, já foi trabalhado aqui na Gamerclub NGC e continuará a ser visto.
     Apesar das criticas e elogios, acho que o mais importante foi ver uma reportagem vendo os lados positivos e negativos dos videogames em uma revista com grande circulação. Aos poucos à cultura gamer ganha seu merecido espaço ao sol, sendo esta uma das funções da nossa empresa. Continuaremos nessa jornada na busca desse objetivo.

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