domingo, 13 de março de 2016

Videogame incentiva o mal? Muito pelo contrário

     Queria partilhar uma experiência que tive ao jogar Infamous 2 pela segunda vez. Para quem não conhece é um jogo de mundo aberto em que você comanda Cole, um jovem com poderes elétricos. O jogo é exclusivo da Sony e muito recomendado.
     A primeira vez que joguei escolhi o caminho do bem, no jogo chamado de carma, na segunda, por outro lado escolhi o carma negativo e só fiz escolhas ruins. Conforme o tempo de jogo e a experiência adquirida é possível destravar novos poderes, sendo que alguns só podem ser destravados se você é bom o mau. Aí está a primeira desvantagem. Sinceramente não gostei de nenhum poder do mal, muito pelo contrário senti muita falta de alguns poderes do bem.
     A segunda desvantagem é que todos te odeiam, o que significa que você é atacado toda hora seja pela população seja pela polícia, algo bem diferente de ser ovacionado e ajudado por estes no caminho do bem.
     O jogo Infamous 2 além de ser um bom título pela história e diversão gerada, é bem feito no quesito de escolha de caminhos. O jogo permite a escolha do bem ou do mal e, o mais importante, impõe as responsabilidades de sua escolha, assim se você quiser ser cruel, é direito seu, mas pagará por isso, do mesmo jeito que a gentileza gerará recompensas. Esse é um dos casos que o mundo virtual é mais justo que o real, já que não dá para fugir da programação do jogo nem culpar terceiros. Em todo caso, do mesmo jeito que o jogo Infamous 2 tem essa relação real entre escolhas e consequências muitos outro jogos também o tem, sendo que os que não apresentam essa responsabilidade, são muito criticados pela comunidade gamer devido à falta de realismo. Realmente os games não influenciam o mal, a violência e semelhantes, pois, se você escolhe esse caminho, pagará as consequências.
     Saudações gamers

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