quinta-feira, 28 de abril de 2016

A era dos extremos

     Apesar de não ser sobre o livro de Eric Hobsbawm, o título A era dos Extremos é perfeito para a situação do mundo, mas, principalmente do Brasil atual. 
     Politicamente vivemos em um período de muito ódio, em que os ideais políticos e as opiniões sobre o assunto são cada vez mais fervorosas. Ambos os lados acreditam que existem os mocinhos e os bandidos, mas cada um considera o seu lado do bem e o resto do mal. Parece até conversa de criança. O ponto é que devemos escutar as opiniões adversas, argumentar, e não defender de forma dogmática, e, mais importante, respeitar as opiniões contrárias. Não devemos briga por isso e sim, buscar formas construtivas de ajudar o país.
     O lado bom disso tudo é que ouve uma maior participação política da população, de ambos os lados. Devemos ser mais ativos politicamente, não fazendo bagunça e gerando prejuízo para a população, muito menos brigando, mas buscando as melhorias que tanto precisamos. Devemos cobrar dos candidatos que receberam nosso votos para que eles cumpram o que foi prometido. As redes sociais facilitaram isso. Sem contar boicotar corruptos e ignorantes, sendo que aquele domingo na Câmara dos deputados votando pelo Impeachment foi bem revelador. Pesquisa sobre o passado dos candidatos é fundamental. E, o mais importante, entender o poder do seu voto. Ele não está a venda por preço nenhum. Use-o conscientemente. Já diria o Tio Ben do Homem Aranha: "grandes poderes trazem consigo grandes responsabilidades".
     Saindo da política e passando para os videogames, não adianta brigar por qual é o melhor console ou a melhor saga. Todos são bons. Se você prefere um ótimo, mas não precisa ficar pregando, isso, por sinal, vale para tudo. Os gamers, independentemente de suas preferências, querem a mesma coisa, o crescimento da da indústria de games, preços mais acessíveis, fim do preconceito, etc.
     Por falar de preconceito, outros extremos em que vivemos estão relacionados a isso. Religião, opção sexual, cor de pele, região do país em que nasceu, entre outros, todos motivos, infelizmente, para discussões inúteis. Como dito anteriormente o importante é respeitar as escolhas de cada um. Ninguém é melhor que ninguém, principalmente por esses fatores. Somos todos humanos e todos com os mesmos direitos.
     Com os esportes é a mesma coisa. Você não ajuda o seu time, muito pelo contrário, brigando e gerando violência, do mesmo modo que não será possível convencer um torcedor do time rival que o seu é melhor. Quer brincar, tudo bem, desde que as duas partes estejam de acordo, se não, esquece.
     Poderia ficar citando mais exemplos de extremos aplicados no nosso dia a dia, mas, ao invés de um texto, escreveria um livro. Devemos ser tolerantes com os outros, entender os gostos de cada um e respeitá-los. O mundo só piora quando vivemos nos extremos. Tenhamos bom senso e espírito crítico, escutando as opiniões dos outros, respeitando essas, e evitando o conflito a todo custo. 
     Saudações Gamers  

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