terça-feira, 12 de abril de 2016

Escolhas reais no mundo virtual

     Algo que já foi dito aqui em outros posts algumas vezes é a questão, muito ignorada pela mídia sensacionalista, da diferença entre o mundo real e virtual. O mundo virtual permite a realização de feitos que não fazemos no mundo real. De tomar atitudes diferentes, mas tranquilos de que não acarretarão danos no mundo real. Não é por que uma pessoa joga um jogo de tiro que virará um assassino, muito pelo contrário, como já discutido.
     Entretanto existem situações em que o mundo real interfere no mundo virtual. Os princípios pessoais, as crenças e os códigos de honra das pessoas, que as guiam na sua vida, algumas vezes são transferidas para os jogos, ou seja, é o completo oposto do que é divulgado por certos veículos. Isso não quer dizer que quem faz isso é melhor ou mais evoluído que os outros e sim uma característica da personalidade. Uma questão de tranquilidade da consciência. Tanto pessoas que transferem esse código pessoal como aquelas que não, sabem que é um jogo e que poderiam fazer o que bem entendessem. A diferença é se a pessoa se sente bem ou não fazendo isso.
     Tanto o Zangado como a Mihhh the joker, gostam de animais e não se sentem bem ao jogar jogos com missões de caça e, portanto as evitam. O carinho pelos animais na vida pessoa se reflete no mundo virtual. No meu caso, normalmente não tenho problema em realizar essas missões. Isso não quer dizer que eu sou um caçador terrível que odeia os animais. Muito pelo contrário. Sei que é um jogo e fico com a consciência tranquila, apesar de saber que não faria isso na vida real, salvo em situações extremas e com um respeito ao estilo do filme Avatar. A questão é puramente de tranquilidade de espirito ao realizar uma atitude, mesmo sendo só no mundo virtual, ou seja, uma ficção.
    Quando estava jogando The elder scroll V: Skyrim em dois momentos, sendo um mais emblemático, mas da qual não posso detalhar para evitar spoiller, tive que decidir entre trair um personagem que havia me ajudada várias vezes ou não. Por ser uma pessoa que dá muito respeito à lealdade, sendo um dos princípios da empresa, não realizei tais missões por saber que não me sentiria bem ao realizá-las. Assim minha consciência ficou tranquila e pude continuar a jogar.
     Seja como for o importante é se respeitar e levar em conta sua paz de espírito. Os jogos podem ser ficcionais e não gerarem dano ao mundo real, mas, mesmo assim, podemos não nos sentir confortáveis ao realizar alguma missão e temos a opção de não fazê-la. Tudo é uma questão pessoal. Agora, o que fica claro é que, muitas vezes, levamos princípios do mundo real para o virtual.
     Saudações gamers
     
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