segunda-feira, 9 de maio de 2016

Videogame é jogo de azar? Acho que não

     O preço dos videogames no Brasil é bem alto. O grande culpado, adivinhem? Impostos. Os games sofrem grandes taxações, o que gera grande aumento de preço, por serem considerados jogos de azar.
     A imagem que me vem a cabeça quando falam "jogos de azar" é Las Vegas. Grandes cassinos com seus jogos como máquinas caça niqueis, jogo de dados, roleta, 21 ou blackjack, póquer, etc. A grande maioria, se não todos, tem algo em comum: grande chance de perder dinheiro. Sinceramente só conheço um jeito de perder dinheiro nos videogames: comprar um jogo ruim. Assim não consigo ver a relação entre videogames e jogos de azar.
     Uma possibilidade de semelhança era entre os antigos fliperamas com as máquinas caça niqueis. As duas funcionam a base de moedas. Mas em uma temos a chance, bem pequena, de ganhar algumas moedas, no fliperama, no máximo, ganhávamos tickets que poderiam ser trocados por prêmios, sendo muitos tickets por um badulaque da 25 de março, ou seja, péssimo negócio e, salvo exceções, não o real motivo da jogatina. Neste caso, quanto melhor o jogador maior a chance de ganhar mais tickets, não dependendo tanto da sorte e mais da habilidade, algo bem diferente das máquinas de cassino. Alem de tudo isso, os fliperamas estão em extinção, sendo mais um fator para nostálgicos do que algo praticado por todos.
     Se a semelhança pura e simples entre fliperamas e caça niqueis fosse o motivo,, devemos agradecer pelo governo não sobretaxar os jogos de tabuleiros. O jogo da vida sem sua roleta e banco imobiliário e detetive sem dados seria bem difícil.
     É verdade que, em alguns games podemos jogar versões virtuais de jogos de azar como o póquer e blackjack, mas nunca perdi nenhum centavo de real, ou qualquer moeda vigente, jogando-os. Mas, poderão dizer alguns, que essa pratica poderia levar ao vício por estes jogos. Se assim fosse, acho bem difícil, a pessoa faria um passaporte e iria ser profissional em Las Vegas ou Monte Carlo, algo muito comum que vemos toda a hora na TV como motivo de sucesso. Se alguém é meio Sheldon Cooper, isso foi sarcasmo.   
     Por fim, a questão do vício pelo videogame, o que poderia ser um argumento de semelhança, provavelmente é o mesmo do que o vício pela TV, por computador, celular, livros, esportes, etc. O governo adoraria taxar tudo, mais ainda do que já fazem nos 516 anos de Brasil, juntamente com o ar e por sonhar, porém mais do que o pensamento coletivo, o grande objetivo seria arrecadar/ roubar dinheiro, mais uma vez não se adequando ao argumento dos jogos de azar.
     Portanto, não vejo nenhuma semelhança entre jogos de azar e videogames, o que desclassificaria essa taxação absurda, levando ao aumento das vendas dos jogos, sem falar diminuição da pirataria, legalmente um crime,  aumentando assim o interesse das empresas estrangeiras e a criação de outras nacionais de forma a melhorar o mercado, assim como os lucros, o que provavelmente geraria muitos empregos, sem falar das vantagens descritas em outros textos. Está na hora do governo rever seus conceitos.
     Saudações gamers e divulguem essas ideias
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