terça-feira, 14 de junho de 2016

A caça nos games

     Falamos em outro texto sobre os animais nos games e as várias formas em que eles aparecem. Uma delas foi a caça, mas que deixaríamos para outro texto. Vamos a ele.
A caça é uma prática humana desde os primórdios da humanidade, como podemos ver no Far Cry primal. A questão que mudou com o tempo foi o respeito pela vida. Antes o que era somente para a sobrevivência, se tornou para algumas pessoas um esporte e para outros uma forma de lucro, matando um grande animal para comercializar uma parte apenas. Este dois casos são exemplos de absurdos que o ser humano pode fazer, muitas vezes pensando ser o dono do mundo e não uma pequena parte dele.
Uma forma mais clara de respeito a natureza, principalmente na caçada é no filme Avatar. Conhecido principalmente pelos efeitos visuais, o filme mostra uma forte filosofia de respeito aos animais e as plantas, trabalho em equipe e fé, ao mesmo tempo em que mostra muita ação. No filme, o povo de Pandora, o planeta em que os humanos chegam, caçam, mas visando a sobrevivência. Ao matar um animal eles pedem desculpas e agradecem o sacrifício feito, aproveitando-o ao máximo em sinal de respeito. Pensamos que a forma de lidar com os animais na Terra deveria ser o mesmo.
No mundo dos videogames, temos a opção de caçar em alguns jogos. Em uma pequena parte somos obrigados a fazer isso, mas a maioria deixa ao critério do jogador. O ponto é que, em ambos os casos, nenhum animal real morreu ou sofreu mal tratos na realização do jogo.
Algumas pessoas não se sentem bem matando animais, mesmo sendo virtuais. Isso é um direito do gamer. O Zangado e a Mih, the Joker, são exemplos. Isto tem a ver com ficar com a consciência tranquila, assunto tratado em outro texto. Para outros não tem problema. É algo bem particular e deve ser respeitado.
Penso que os games podem ser uma solução ao combate a caça dita esportiva. Com o desenvolvimento da tecnologia de modo a proporcionar maior interatividade entre o jogador e o jogo, um simulador de caça poderia fornecer a chamada emoção da caçada, mas sem riscos à pessoa, a não ser que você seja sádico e pretenda introduzir um fator de sofrimento real a la Jogos Mortais. Neste caso o conselho é procurar um psicólogo e domar a fera terrível que vive dentro de você. Já se o problema for a falta de adrenalina, vá praticar algum esporte radical. É mais divertido e você tem chance de ficar famoso, claro, se for bom e se dedicar. Em ambos os caso, os animais não sofrem à toa.
Temos esperança que, em um futuro próximo, a caçada fique apenas em jogos como Far Cry e Red Dead Redemption, sendo uma opção a cargo do gamer sem gerar prejuízo aos animais reais. Quem sabe a extinção da caça predatória se faça por meio dos games? Já temos a tecnologia, falta a vontade.
Saudações gamers e respeito aos animais

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