quarta-feira, 15 de junho de 2016

Preços insanos e produtos descartáveis?

     Há algum tempo eu ando com uma dúvida, mas ao assistir as conferências da E3, por meio dos vídeos do Zangado a dúvida tendeu mais para revolta.
     O preço dos consoles e dos jogos nunca foram tão altos, isso no mundo todo não só no Brasil, o país do imposto,  mas sabíamos que um investimento, por assim dizer, em um console durava de 8 a dez anos. Agora nem isso. A oitava geração mal chegou, sendo que com poucos títulos de impacto, pelo menos na minha opinião, e já está obsoleta? As grandes empresas já estão fazendo novos consoles. Não é uma nona geração, apesar que apimentará as discussões sobre a definição do termo, porém versões melhoradas da oitava com resolução 4K, maior HD e semelhantes.
     Eu entendo a atitude da Nintendo, que teve seu console WII U como um fracasso. Tudo bem, não deu certo, então um plano de emergência precisou ser acionado. E a Sony e a Microsoft? Qual é a argumentação? Uma coisa é lançar uma versão slim, com mais HD ou um ou outro aperfeiçoamento. Isto é pratica antiga e de conhecimento dos gamers. Agora o assunto mudou.Nova definição, maior HD, novos recursos, tudo de uma vez. Quase um novo console. O pior é que as empresas já tinham essa tecnologia disponível no lançamento ou tinham como prever o uso de mais recursos, como o espaço em HD para os jogos. Quando foi dito que a tecnologia 4K não seria usada, muitos pensaram que, por meio de uma atualização seria viável aos proprietários o uso desta função. Que o console já teria este potencial latente, mas não. 
     Achamos esta atitude uma falta de respeito com os gamer, não só do Brasil, mas do mundo todo, principalmente os que conseguiram comprar a nova, mas agora obsoleta, geração de consoles. Devemos sim melhorar a tecnologia, mas não adianta se piorarmos a relação com os consumidores, os gamers. Se é para lançar um produto, que faça bem feito ou permita que a atualização seja simples., mas não versões Beta da nova geração. É uma grande decepção com as empresas. A esperança é que tal atitude não se repita, mas isso só será possível se a comunidade gamer pressiona-las. Uma coisa é ganhar dinheiro com videogames outra é extorquir o público alvo. Pelo jeito falta visão de longo prazo, a não ser que eles considerem como certo a passividade gamer. Vamos mostrar que eles estão errados e exigir bons produtos e serviços e não versões Beta, tanto de games como, agora, também de consoles.
     Saudações gamers    
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