domingo, 17 de julho de 2016

Os maiores adversários do gamer brasileiro

     O gamer brasileiro é atacado por inimigos que prejudicam toda a comunidade de jogadores do Brasil, dificultando assim o crescimento deste mercado tão promissor em nosso país, além de gerar dores de cabeça para seus fãs.
     O Primeiro é a infraestrutura. Em nosso país temos a falta de saúde, educação, boas estradas e, para resumir, tudo quanto à infraestrutura. A rede elétrica deficitária, com constantes quedas de energia e a internet defasada e instável, são as que mais prejudicam os jogadores. Muitos, depois de passar por um grande desafio, seja derrotar um boss ou passar por uma parte complicada do jogo, já tiveram o desprazer de sofrer com a queda da luz, sendo obrigados a fazer tudo de novo, caso o console ou PC não tenha queimado. Outra ocorrência é a queda da internet no meio de uma partida com amigos, normalmente quando estamos indo bem. 
     O segundo problema é bem conhecido. Impostos. Com uma taxação absurda, que fazem com que os jogos paguem mais impostos que armas de fogo, os preços são muito altos, diminuindo o consumo e o número de gamers, sem contar a segregação e elitização geradas como consequência, além da pirataria, o que gera um ciclo vicioso de desinteresse e descrédito com as empresas de games, tornando tudo mais difícil.
     Mas o pior de todos os adversários, pelo menos a meu ver, é o preconceito. O Gamer é taxado como vagabundo. O raciocínio, por assim dizer, é que se a pessoa tem tempo para jogar, porque não trabalha mais. Alguém diz para essas pessoas que todos tem direito a relaxar. Cabe a cada um administrar seu tempo. Se isto for bem feito, sem problemas, se não, é mais incompetência pessoal do que subproduto do game ou outro tipo de lazer como leitura e cinema. Outra acusação comum é que videogames são coisa de criança, o que não é verdade como já discutido em outros textos. O terceiro ataque comum é que o gamer é viciado, tendendo para o crime e para a violência. Valeu, mídia sensacionalista. Para estes sugiro a leitura do texto sobre o gamer mantendo o controle e a campanha #eumantenhoocontrole.
     A solução para estes problemas é um esforço para melhorar a infraestrutura do país, cobrando nossos governantes e exigindo nossos direitos, não só do poder público como das empresas prestadoras de serviços, campanha para abaixar os impostos e as taxas nos games e, por fim, a conscientização da sociedade, deixando claro as vantagens dos jogos, desmentir as reportagens tendenciosas e desmistificar essa área para a população. Nós podemos acabar com estes problemas, sem contar que a mesma receita pode ser usada para os demais problemas do país. Só é preciso vontade, determinação e muito esforço. Um dia chegaremos lá.
     Saudações gamers 
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