segunda-feira, 15 de agosto de 2016

No Man´s Sky: o jogo, o vídeo e o aprendizado

     Um jogo lançado recentemente que chamou atenção, desde que foi anunciado, por sinal, foi No Man´s Sky, jogo de exploração especial que ficou conhecido pelo tamanho do universo, que alguns chegam a dizer que seja infinito. Apesar de duvidar disto, acredito na imensidão do espaço criado. No jogo desbravamos o universo, atrás de formas de vidas, catalogar os planetas, analisar e extrair materiais destes, etc. Seria como Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, só que não usamos a Enterprise, porém devemos ir aonde nenhum homem jamais foi, na busca por conhecimentos.
     Essa imensidão espacial é possível graças à um processo chamado Computação procedimental, onde um algorítimo mistura as variáveis possíveis das mais diversas formas de modo a criar uma infinidade de planetas. Aprendi isso assistindo ao primeiro vídeo do jogo feito pelo EngLeo da Cjbr. Ao vê-lo tive a seguinte ideia: do mesmo jeito que nós humanos conseguimos, por meio de um código de computador criar um vasto universo, baseado na união de um determinado número de elementos químicos e algumas regras, não poderia ter sido usado este mesmo raciocínio por uma inteligência superior para criar este universo? Se não me engano isso teria conexões com as teorias das cordas, origem do tempo e espaço e demais teorias científicas, ao mesmo tempo que pode ser a união entre ciência e religião, mostrando a origem de tudo. Não vou me aprofundar muito nisso, por ser um assunto muito longo para um texto, sendo mais indicado a criação de um livro, por pessoas que dominem estes assuntos, é claro. Vale dizer uma coisa. Se por acaso, ao ler esse parágrafo você se sentiu, ou teve suas crenças, ofendidas, me desculpe, a ideia foi partilhar uma ideia e não desrespeitar ninguém e nenhuma fé. Partilhei apenas a minha visão, o que eu acredito ser uma possibilidade. Portanto vamos respeitar as opiniões e as crenças dos outros.
     Deixando a metafísica de lado e indo para a física, achei uma experiência ímpar, assistir ao vídeo já citado do EngLeo. Para quem não sabe, além de grande youtuber, ele é engenheiro de materiais e, como o jogo menciona vários elementos, foi incrível poder aprender tantas coisas com alguém que sabe muito do assunto. Conhecimento sobre metais, temperaturas de mudança de estado, zero absoluto, formação de estruturas baseadas na geometria atômica, etc. foram ensinadas. Como sabem sou fã do EngLeo, sempre divulgando o seu trabalho e do seu site www.cjbr.com.br. Já aprendi muito, ao mesmo tempo que me divertia, assistindo aos vídeos dele, mas esse foi um dos melhores que já vi, exatamente por este conhecimento que ele tão bem conhece.
     Quanto ao jogo em si, admito que não me animei muito para joga-lo. A ideia de exploração e essa enormidade universal me parecem bem divertidas, porém o jogo em si me parece meio monótono. Pode ser que eu mude de ideia com o tempo, assistindo a vídeos como do EngLeo, mas acho pouco provável. Entretanto, apesar de não ser uma possível futura compra, acredito que já valeu a pena ele ter sido criado, principalmente pela proposta revolucionária com muitas aplicações, não só nos games, mas em discussões filosóficas também, mas pela enorme quantidade de informação aprendida no vídeo da CJBR.
     Saudações Gamers e bom vídeo

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