quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Os Super Humanos

     Ao assistir uma reportagem antes da abertura dos Jogos Paralímpicos descobri que a Grã Bretanha é uma potência na área e que os atletas são conhecidos lá como Super Humanos. Só digo uma coisa: sensacional.
     No mundo dos games, nos quadrinhos nos desenhos e agora também no cinema estamos acostumados a ver pessoas com grandes habilidades. Voar, ser o homem mais rápido do mundo, ter um anel superpoderoso, ter as habilidades de uma aranha, uma mente brilhante capaz de criar armaduras incríveis ou de permitir ser o maior detetive do mundo, mestre de várias artes marciais, ser um mago incrível, ser superforte e assim por diante, porém, um herói é mais do que poderes e habilidades. É saber reerguer-se sempre que cai, é lutar contra as adversidades mesmo que pareça impossível, é se superar continuamente, é continuar a lutar mesmo que suas forças tenham acabado. Alguns heróis ainda contam com a desvantagem de ser perseguidos por não serem compreendidos, serem temidos por serem diferentes ou por pensar de uma forma única. 
     Ao escrever o último parágrafo fica cada vez mais claro, pelo menos na minha opinião, que os paratletas são mesmo super humanos. Quando a maioria desistiria eles continuam a lutar e não só para sobreviver, mas para vencer seus próprios limites, e de sus concorrentes. Conseguem fazer coisas únicas, que pessoas com mais oportunidades não conseguem e, acima de tudo, fazem isso todo dia ao mesmo tempo que enfrenta um terrível adversário: o preconceito. 
     Nos games, sentimos um enorme prazer ao controlar Batman, Homem Aranha e demais super heróis, pois nos sentimos poderosos e próximos a estes super personagens, mas esquecemos que podemos fazer isso na vida real, ao assistir, torcer, investir e acreditar nos reais super humanos, nossos paratletas, pessoas que agem como nossos heróis da ficção, só que no mundo real. 
     Acreditamos que o Batman vai dar um jeito na situação, ou que os vingadores conseguirão reverter uma desvantagem numérica. Vamos acreditar também nos nossos heróis, não com dó e menosprezo, o que normalmente anda associado, mas com fé, com respeito. Ficamos possessos quando um J. J Jameson ou um General Ross, criam obstáculos as nossos heróis da ficção, então não vamos cria-los na vida real. O Homem Aranha já tem problemas demais e não precisaria ter que lidar com um chato perseguidor, da mesma forma vamos ajudar nossos paratletas, presentes e futuros, evitando a criação destas barreiras. Eles não vão deixar de ser super, só terão menos perda de tempo com bobagens criadas pelos outros de modo a fazerem mais coisas, salvarem mais pessoas ou inspirar futuros heróis.
     Saudações Gamers e força aos nosso super humanos   
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