terça-feira, 4 de outubro de 2016

O som na BGS

     Um ponto que me chamou a atenção na BGS foi o som. Com várias músicas e som potente ficávamos imersos em meio a músicas de vários tipos, e não só próximo a estandes com jogos de dança como Just dance. Apesar do clima animado, acarretava certos problemas.
     O primeiro e mais comum era a quase impossibilidade de se escutar o jogo. Eu sabia que o som estava ligado, mas não conseguia diferenciar a sonoplastia dos jogos em meio a tantas músicas. Isso com certeza enfraquece e muito a experiência de um game. Em alguns jogos havia headsets, mas quando usei um, jogando Halo Wars 2, vi que era apenas para comunicação entre a equipe.
     Apesar de ser uma negação em música, curto muito os efeitos e as trilhas sonoras, assim, apesar de estar jogando grandes títulos em grandes plataformas, muito se perdeu, mas até aí é uma questão de gosto pessoal. Tem gente que não se importa tanto com a parte sonora e idolatra os gráficos por si só. Para estes, ter a chance de jogar os jogos, independentemente se terá ou não som, é o mais importante e a satisfação pessoal deste tipo de fãs.
     Outro problema com o som alto era a dificuldade de escutar palestras, conversar com estúdios independentes, enfim, para alguém que procurava fazer negócios era um empecilho. Seria muito bom se tivéssemos um espaço mais fechado em que tais negociações seriam feitas, como imaginei que seria a área business, mas não foi o caso e não havia um espaço que facilitasse tal prática.
     Mas, sem sombra de dúvidas, o pior de tudo em relação ao som foi que ele atrapalhou a entrevista, por assim dizer, de Shinji Hashimoto no estande do Xbox no segundo dia. Para quem não conhece, Hashimoto-sama, como escrito em uma plaquinha do evento, foi produtor de jogos da série Final Fantasy, como o VIII, o IX e o recente XV, de jogos como Kingdom Hearts 1 e 2 e envolvido na produção do jogo Chrono Trigger, ou seja, é alguém muito importante. Se já não bastasse um currículo deste, ele fez uma viagem do Japão para cá, visando participar do evento. O esperado seria o máximo de respeito e admiração, mas não foi isso que ocorreu. Com o som de outros estandes em alto volume, foi muito difícil escutar Shinji Hashimoto, mesmo com microfone. Uma tremenda falta de respeito. Se fosse qualquer pessoa já seria desagradável, agora, com uma pessoa desta importância fica ainda pior. Sem sombra de dúvidas isso precisa ser revisto, pois, caso contrário, espantaremos pessoas deste calibre, enfraquecendo, talvez até sepultando, eventos como esse no Brasil.
     Para muitos, a questão do som pode não ter sido um problema, mas para pessoas que buscavam fazer negócios, ouvir os palestrantes ou, simplesmente curtir a trilha e os efeitos dos games, este fator foi problemático. É necessário encontrar meios para que ambos os grupos fiquem satisfeitos, de modo a tornar o evento mais atrativo.
     Saudações gamers
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