quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Dia de los muertos

     Hoje é dia de finados. Para algumas pessoas é um dia triste de lembrança daqueles que já se foram, com prestação de homenagens, visitas a cemitérios, orações, etc, já para outros é um feriado e pronto. Eu, por outro lado, sempre admirei a forma que a data é comemorada no México, não com tristeza, mas com alegria, porém sem desrespeitar os mortos. Embora não conheça a fundo a ideologia por trás dessa festa, imagino que seja algo como o ciclo da vida, que as pessoas que falecem não nos deixam de verdade ou semelhante. Só sei que acho incrível como algo tão difícil, como a morte e a necessidade de lidar com ela, consegue ser um motivo de alegria ao mesmo tempo que respeitando os que se foram.
     Partindo de um princípio meio parecido, também quero falar das coisas boas da morte. Não, eu não dei o golpe do baú em ninguém, não quero eliminar rivais ou semeljante. Só quero falar de uma parte da existência em algo que eu adoro, os videogames.
     A morte faz parte dos jogos, assim como da vida. Desde jogos como Mário, Pacman, Pitfall até jogos mais pesados e mais novos como God  of War, Battlefield, Uncharted, etc. o fim da vida, ou a passagem, como preferirem, está presente desda o começo dos videogames. Se não houvesse a morte, não daria para perder na maioria dos jogos, o que tiraria o desafio e, consequentemente, a diversão. É verdade que tem jogos que mais morremos do que vivemos, o que os torna difíceis, porém, sempre podemos reiniciar, isso depois de se acalmar da frustração.
     Além de ser um grande obstáculo, a morte pode aparecer como parte da trama, seja a de um personagem secundário, algo no passado do protagonista que o motiva ou o traumatizou, seja como o personagem principal do jogo, como no caso de Darksiders II, onde controlamos o cavaleiro do apocalipse mais temido e, tema deste texto.
     Alguns dizem que a morte é uma passagem, uma etapa em um ciclo infinito, já outros, que é o final de tudo. Nos jogos como Resident Evil e demais games de temática zumbi, com certeza não é o final, pelo contrário, é a origem de muitos problemas para o protagonista e de muita diversão e, talvez alguns sustos, para o gamer. Já em outros os que partiram são aliados como  Virgílio, guia de Dante em Dante´s Inferno, baseado na Divina Comédia de Dante Alighieri, ou como soldados em jogos de RPG e MMO quando jogamos usando a classe necromante.
     Seja como obstáculo, uma consequência de cair em um buraco ou ser atingido por um Goomba, passando por perder para um boss, cair em uma armadilha, ser a origem dos zumbis, como poder a ser usado a seu favor, como parte do enredo e até como protagonista, a morte está presente nos games, porém, da mesma forma que o dia de los muertos no México, isso não precisa ser tão terrível, podendo até ser divertido. Na vida real pode ser mais complicado de lidar, mas nos games a morte é parte fundamental e um dos pilares que fazem os jogos divertidos, das mais variadas formas.
     Saudações gamers  
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