domingo, 18 de dezembro de 2016

A menina que jogava videogames

     Um dia destes estava em um Shopping e, como de costume, fui logo para a grande livraria deste centro de compras. Depois de dar uma olhada nos livros, dei uma passadinha na sessão de games. Eis que encontro, jogando o Xbox One lá exposto, uma garotinha de uns dez anos no máximo super entretida. Cheguei mais perto desta menina loira, de cabelos cacheados presos em um rabo de cavalo e que usava um casaco jeans para ver qual era o jogo em que ela estava tão entretida. Para minha surpresa, era um jogo que me pareceu um Resident Evil. 
     Como todo bom gamer, ela estava com aquele olhar concentrado e ao mesmo tempo pronto para a batalha, um real olho de tigre. Analisava cada movimento de seu personagem, testando todos os seus comandos, andando pelas fase em modo de reconhecimento, pronta para agir quando assim fosse necessário. Visto isso, andei mais um pouco pela loja. 
     Depois de um tempo voltei para a área dos games e lá estava ela, ainda jogando, para o desespero de um adolescente oriental, louco para por as mãos no controle e jogar um pouco. Decidi parar e observar esta cena. A garotinha loira estava, além de concentrada, nitidamente contente ao jogar, tanto é que, ao ser chamada por sua mãe ou responsável, falou a frase comum para os amantes de games: "só mais um pouquinho". 
     Depois de mexer no inventário, selecionar novos equipamentos e voltar para a batalha por mais um tempo, foi obrigada a deixar o querido controle, para a alegria de seu sucessor que logo o pegou e começou a jogar com a mesma expressão no rosto, antes presente no rosto da jovem gamer de cabelos loiros.
     Ao ver tudo isso fiquei bem contente, em alguns pontos nostálgico, lembrando da minha infância gamer. Fiquei feliz em ver a nova geração com a mesma expressão que eu mostrava quando eu tinha essa idade e, por sinal, que mantenho até hoje, quando jogo videogames. Uma maior felicidade foi derivada de ver uma menina jogando um jogo que, poucos anos atrás, seria considerado "coisa de homem". E tem gente que acha que videogame não é coisa de garota! Ótimo ver varias barreiras sendo rompidas, seja as do preconceito, das ideias arcaicas e a do tempo, com novos gamers surgindo a cada dia.
     Saudações gamers
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