terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Jogar com a vida humana? Tô fora

     Apesar do enorme sucesso gerado e de muitas ideias criativas, tenho um pequeno problema com Realities Shows. Alguns tem o cerne em si idiota, mas outros tem propostas legais, porém chega um ponto em que os participantes começam a jogar com a vida das outras pessoas, seja fazendo intriga, bolando planos de colocar um contra o outro, mentindo, sendo falsos e assim por diante. Quando isso começa perco a vontade de assistir ao programa e me lembro porque raramente assisto este tipo de entretenimento. 
     Ao usarem estas estratégias, os participantes alegam que estão em um jogo e que estão ali para ganhar. Como eu acredito no "que vença o melhor", não concordo com esta atitude. É um pensamento de guerra., por sinal mesmo nessas já questiono o uso de tais técnicas, apesar de entender as razões, imagine como me sinto assistindo a um programa que visa divertir?
     Mas não são só nos realities shows que isso ocorre. A política é um prato cheio neste assunto. Mas não falarei sobre isso neste texto, sendo este tema mais assunto de um livro daqueles "tijolos". O que queria comentar era sobre os videogames, jogos eletrônicos onde comandamos personagens, mas, por não serem reais, não se enquadram no que já foi dito até agora. Em um game podemos controlar desde exércitos inteiros, passando por guerreiros, encanadores, animais, carros, etc. Sabe qual é o dano real causado a estes. Nenhum. Assim podemos fazer o que quisermos sem gerar dano a nenhuma pessoa. Se você questionar os malefícios causados aos gamers, sugiro ler mais textos de nosso site, como os trabalhos acadêmicos que também postamos.
     Ao jogarmos videogames temos aquela sensação de conhecer novos mundos, novas culturas, formas diferentes de pensar e de agir, assim como em um reality show, mas, diferentemente deste, pessoas reais não são usadas por outros participantes para seus objetivos mesquinhos, apesar de ambos, games e realities, serem destinados à diversão e ao entretenimento. Claro que, se o reality não induzir à essas praticas e se, obviamente, a ideia do programa for boa, vale dar uma olhada, mas em todos os casos o videogame se mostra, neste sentido, uma forma melhor de diversão, onde nosso prazer é gerado não por planos maquiavélicos, e sim por vencer desafios, se superar, sobreviver à hordas de zumbis ou seja lá qual for sua inspiração para jogar.
     Saudações gamers 
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