sábado, 3 de dezembro de 2016

Quem é o mais forte?

     Em clima de Comic Con Experience, vou falar de uma assunto que muitas vezes surge com pessoas que curtem cultura geek e videogames. Quem é o mais forte? 
     É comum vermos discussões sobre quem venceria uma luta: Batman ou Superman, Naruto ou Goku e assim suscetivamente. Esse tipo de discussão tem dois lados. Quando a conversa é em tom amigável é bem produtiva. Mas como uma discussão sobre personagens fictícios pode ser útil, alguns podem perguntar. É simples. Além da diversão e da paixão pelo tema, as pessoas buscam se informar e conhecer mais sobre os personagens, vão atrás de histórias que ainda não leram, ou seja, fazem uma análise bibliográfica, por assim dizer. Além disso praticam suas habilidades de convencimento, sua lógica, sua argumentação; todas habilidades muito úteis e fundamentais, para um ser humano, haja visto a importância da redação nos vestibulares, sempre um divisor de águas entre os aprovados e os reprovados. Todo este conhecimento feito de uma forma leve e divertida. A mesma mentalidade vale para os games. Se a pessoa conhece, por meio de conversas, jogos novos, novas funcionalidades e vai atrás de mais informações sobre elas, a conversa é bem produtiva, seja em termos de conhecimento seja em termos de diversão.
     O outro lado, este que não é bem vindo, é a versão fanboy, a dos fanáticos que, não querem argumentar e sim impor que seu herói, console, jogo e crença de forma geral é absoluta e que a pessoa que pensa diferente é inferior. Já vimos isso em algum lugar? Seja como for, quando a discussão é com pessoas deste tipo é uma perda de tempo e apenas um acirramento de ânimos desnecessários.
     Discussões de quem é melhor, seja em termo de heróis e vilões, de séries, de jogos e consoles e semelhantes em tom de amizade, busca de conhecimento e aprimoramento, praticando e evoluindo capacidades como busca de informações, de uma melhor forma de se expressar, de argumentos mais convincentes e demais habilidades são muito bem vindas, não só no contexto lúdico, como também em termos de crescimento social e pessoal. Uma prática que deve ser encorajada, desde que, o radicalismo não entre, senão, como em todos os assuntos possíveis, ele pode estragar tudo, gerando difamação, preconceito e intolerância.
     Saudações gamers
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