sábado, 18 de fevereiro de 2017

A inspiração vinda dos jogos

     Ontem postamos um trabalho acadêmico um pouco diferente, pois não trata dos games diretamente, seja como uma forma de terapia, mesma tecnologia, mercado consumidor e demais opções. Então, por que postamos tal trabalho? Simples. Na introdução o autor deixa claro que começou a se envolver com tecnologia jogando videogames, entre outras coisas. Como nosso objetivo com os textos acadêmicos é difundir o conhecimento relacionados aos jogos eletrônicos, mostrando várias visões, formas de uso, aplicações e inspirações de modo a incentivar a pesquisa sobre jogos ou relacionados a eles, além de mostrar o potencial dos games nas mais diversas áreas, incluindo na acadêmica, nada mais justo do que colocar um texto de um agora doutor que teve como inspiração os jogos eletrônicos.
     A inspiração pode acontecer de várias formas e nas mais diversas fases da vida. Não sei se o autor continua a jogar videogames, mas o fez na infância e isso simplesmente serviu de base para que ele se interessasse por tecnologia e, anos depois, usou este conhecimento em sua área de atuação, aplicando isso em pesquisas para a educação. Da mesma forma que isso aconteceu neste caso, ocorre em outros milhares. Uma diversão que virou inspiração, uma inspiração que virou carreira, uma carreira que gerou evoluções para a sociedade.
     Se o videogame fosse tão danoso como dizem algumas fontes nada confiáveis, ao invés de concluir o doutorado, nosso pesquisador não deveria ter virado um assassino? Alguns podem contra argumentar dizendo que foi uma exceção ou que depende da situação social. Exceção não é, já que temos milhares de casos em que o mesmo aconteceu. Em relação a situação social, será que, neste caso, não tem menos a ver com os games e mais com a situação social em si?
     Voltando para a inspiração, algumas pessoas questionam o porquê de se jogar videogames. Eis uma resposta. Seja pelo interesse tecnológico, como neste caso, seja por uma história cativante que gerou um escritor, uma trilha sonora que levou a um músico, uma cena ou acessório que levou a um cientista ou outra das infinitas possibilidades. Os livros de ficção científica, assim como as séries e filmes, foram perseguidos por um tempo por serem considerados "sem pé nem cabeça". Hoje vemos mutas destas ideias impossíveis no nosso dia a dia. Como disse antes a inspiração pode vir de várias formas. Se este conhecimento será usado para o mal ou para o bem, no caso de uma pesquisa acadêmica sobre ensino, só depende das pessoas e de seus valores e isso, caros leitores, vem da educação, começando dentro de casa e indo para as escolas e faculdades. Invistam nisso. Quem sabe não seja o seu trabalho acadêmico a figurar em uma de nossas futuras postagens? A sua inspiração pode se tornar a de muitos outros.
     Saudações gamers   
     
     

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