terça-feira, 7 de março de 2017

O caso da petição

     Na semana passada saiu uma notícia de que a ANCINE estava fazendo um estudo relacionado aos games e que um novo imposto sairia, visto que videogames entram como conteúdo audiovisual. Rapidamente, ao ler esta notícia, decidi fazer um abaixo assinado contra esta possível nova taxa. Recebi algumas mensagens dizendo que eu estava errado, que a notícia foi passada por um grande site de forma equivocada e que eu deveria tirar a petição do ar, por estar passando a informação errada. Mais uma vez, vamos por partes.
     Apesar de ter visto um certo número de fontes, admito que cometi um erro em não esgotá-las completamente antes de tomar uma decisão tão importante como criar um abaixo assinado. Deveria ter checado TODAS as fontes antes de tomar uma atitude. Devido à minha indignação agi por impulso, porém isso não quer dizer que eu esteja completamente errado, pois, apesar de não ter feito uma pesquisa completa, como deveria, por já estar acostumado com o nosso país e com as práticas que infelizmente são bem conhecidas, sei que, normalmente, se não quase sempre, quando uma instituição governamental estudo a possibilidade, mesmo que aparentemente remota, de implementar um novo imposto, é bem provável que este surja. Nossos políticos tem três habilidades, salvo raríssimas exceções: mentir, roubar e aumentar, seja impostos, seja o próprio salário, portanto, ao vermos notícias como esta ou mesmo estudos de estatais que poderiam gerar um imposto, precisamos ficar com dois pés atrás.
     A ANCINE lançou em seguida uma nota de esclarecimento. Não se sabe se foi feita com o intuito de realmente acabar com algumas dúvidas ou se foi fruto de uma reação feroz dos gamers pela internet, pois, tem sido prática governamental voltar atrás depois de uma massa de críticas. Independentemente se foi ou não uma reação derivada das críticas, fica claro que o povo tem poder, o que deveria ser óbvio em uma democracia, porém só agora a população e os políticos estão se dando conta disso. Quando milhares de vozes se unem fica difícil nos calar. Nunca saberemos de fato o que ocorreu. Podemos até ter suspeitas, seguindo o histórico nacional, mas jamais teremos certeza absoluta.
     Seja como for, o abaixo assinado, que nós criamos, não só é contra o possível novo imposto, se é que ele existiria, mas defende o fim da sobretaxação dos games, portanto, independentemente do caso da ANCINE, ele se mostra válido, defendendo o direito dos gamers e indo contra a ridícula política de colocar os videogames como jogos de azar. Assim, vale a pena assinar este documento, não só para combater as injustiças já mencionadas, como para deixar bem claro que o povo, principalmente os gamers, neste caso, não vão aceitar futuras tentativas de aumento de impostos, independentemente de sua origem, muito pelo contrário, lutando pela diminuição das taxas cobradas.
     Concluindo, cometi sim um erro e peço desculpas em meu nome e em nome da NGC e farei o possível para que ele jamais ocorra novamente, porém, apesar de tal falha, isso não tira a relevância da petição, visto que, defende o fim da sobretaxação dos games por serem considerados jogos de azar e deixa um recado de que não mais ficaremos calados contra possíveis tentativas de aumento na carga tributária cobrada sobre os jogos eletrônicos, portanto, assinem o documento, pois, independentemente do caso ANCINE, ele se mostra válido.
     Saudações gamers

Não assinou ainda o abaixo assinado? É só clicar no link à seguir:
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