quinta-feira, 6 de abril de 2017

Falar uma coisa, mas fazer outra

     Sempre que uma nova edição do BBB vai começar passo por duas situações. A primeira é pensar "droga! Mais um BBB, que perda de tempo." e a segunda é escutar pessoas falando a mesma coisa, seja no transporte público, na internet e demais meios de contatos. Mas eis que, ao lançar o programa, as páginas de notícias começam a falar intensamente da atração, as notícias sobre ela são as mais vistas e, quando você pensa que está livre surge mais uma edição do programa. Obviamente ele está dando retorno, senão não passaríamos por isso todos os anos, o que nos leva a duas possíveis conclusões. Ou eu só conheço as pessoas que não gostam de BBB ou elas, pelo menos uma parte considerável, falam uma coisa, mas fazem outra. Porém, se a primeira fosse verdade, não escutaria um maior número de pessoas no transporte público falando o quão divertido é o show? Por isso fico tendendo a achar que a maioria dos fãs não assumem que gostam, talvez por vergonha, medo de um julgamento social ou algo do tipo. Independentemente da razão o programa continua firme e forte.
     Apesar de não gostar do BBB, respeito os que gostam. Cada um tem o direito de ter seu gosto. Se a pessoa está feliz e não está causando mal para os demais tudo bem. O ponto é a parte deste possível medo, levantado no parágrafo anterior, da opinião social, algo que é sabido, porém que acaba gerando a prática do faça o que eu falo, não o que eu faço. E você pensava que era só nas campanhas políticas que vivíamos esta situação! Por sinal, infelizmente. é algo extremamente corriqueiro, não só em relação à programas de TV e hobbies como nas mais diversas áreas. A E3 é um excelente exemplo com gráficos incríveis em seus trailers, mas que, quando os jogos ficam prontos, é tudo bem diferente. A liberdade de expressão pode ser um direito conquistado legalmente, mas, socialmente falando, temos alguns problemas, pois, o medo de ser o estranho, o diferente paralisa a maioria. Já para outros é o inverso, sendo, por motivos sociais, obrigados a ser diferente, mesmo quando a vontade é ser como os demais, por assim dizer. Acho isso muito triste, pois todos deveriam ter o direito de expressar sua opinião, claro que cumprindo a lei, ou seja, sem disseminação de ódio, mas sem temer o estigma social. Entretanto, penso que só em um mundo utópico será possível tal pensamento. A censura política acabou, felizmente, mas a social permanece. 
     É preciso muita coragem para expressar uma opinião diferente, de ir contra as convenções, obviamente sempre respeitando os demais. Não é à toa que a Grifinória ganhou 10 pontos por isso. Apesar de ser difícil, tente, vença estes medos. Você tem algo importante a dizer e não deixe que o medo te paralise. Você pode contar com nosso apoio. Talvez discordemos do que foi dito, mas sempre defenderemos o direito da liberdade de expressão.
     Saudações gamers
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