quinta-feira, 22 de junho de 2017

A geração estranha

     Já escrevi em outros textos que acompanho videogames desde a terceira geração de consoles, mas nenhuma delas foi tão estranha quanto a atual, a oitava geração. Vou focar na parte das empresas em si, portanto não vou falar da guerra de fanboys que é um caso aparte e que já apareceu várias vezes aqui na NGC.
     No início da geração já tivemos a primeira situação diferente. Quais os seus representantes? PS4, Xbox One e Wii U? Os pois primeiros eram uma certeza, já o terceiro assunto para discussão. Seria a oitava geração ou uma 7.5? Com o fracasso de vendas do console e o surgimento de seu sucessor, o Nintendo Switch, tal situação aparentemente chegou ao fim. Mas e a questão dos consoles beta, como chamamos em outro texto, quando nos referimos à nova prática, inovação desta geração, de lançar um console e, depois lançar uma versão turbinada dele, o PS4 PRO e o Xbox One X que, diferentemente da versão Slim, velha conhecida da comunidade gamers, é praticamente um novo console com tudo melhorado em relação a primeira versão? Continuamos achando, além de estranho, um abuso das empresas, mas já falamos disto em outros textos.
     Quanto aos jogos outra curiosidade. Já faz alguns anos que a atual geração está em vigor, mas, diferentemente de suas antecessoras, quando após uns dois anos já tínhamos uma enormidade de jogos imperdíveis, esta está, na minha opinião, bem morna. Claro que já lançaram jogos excelentes, mas, ao meu ver, são exceções. São poucos jogos que compensam o grande investimento nos novos consoles e nenhum que seja imperdível, repito, ao meu ver, aquele do meme "Cala boca e toma meu dinheiro".
      Algo bem comum nos últimos anos é uma invasão de remakes e remasters. Praticamente toda semana, com certeza todo mês, temos uma versão de um jogo mais antigo, por assim dizer, pois temos jogos de uns três anos ganhando versões melhoradas, com gráficos melhores, som mais claro e assim por diante. Outra constante nas feiras de games é a presença da tecnologia de realidade virtual, algo que continuo tendo dúvidas, apesar do grande empenho das empresas. Diferentemente da sétima geração, em que os controles de movimento chegaram causando grande alvoroço e desejo de compra, a tecnologia VR ainda não teve esta força. Se vai vingar ou não, só o tempo dirá.
     Por outro lado existe uns pontos em que a geração atual se sobressai como a maior presença de  jogos indies com porte para os consoles. Isso acho sensacional. Outro ponto que a Microsoft voltou a fazer que muito me agrada é o retorno da retrocompatibilidade. Claro que esta precisa de mais tempo para ver se abrangerá apenas alguns jogos, se todos, se estes vão funcionar bem, tanto os da 7ª como agora os da 6ª geração e assim por diante. Mas em termos teórico a ideia é boa, segundo minha opinião. 
     Por estes motivos apresentados, considero a oitava geração como a geração estranha. Pode ser que, tais peculiaridades sejam corrigidas ou aceitas de modo que todo o potencial dos atuais consoles se tornem realidade, como também podem indicar mudanças drásticas na indústria dos games, algumas prejudiciais, ao meu ver. O fato é que teremos de esperar e ver o que acontecerá.
     Saudações gamers
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